Charles Dickens

     

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Charles John Huffam Dickens (1812-1870) foi o mais popular dos romancistas da era vitoriana e contribuiu para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. A fama dos seus romances e contos pode ser comprovada pelo fato de todos os seus livros continuarem a serem editados ininterruptamente. Entre as suas maiores obras destacam-se “Oliver Twist”, “Grandes Esperanças”, “Um Cântico de Natal” e “David Copperfield”.

Filho de uma família de poucos recursos, Dickens desde cedo teve que trabalhar para contribuir para o sustento familiar, principalmente após a prisão do pai por dívidas contraídas. As péssimas condições de trabalho da classe operária seriam um tema constante de suas obras e a crítica às transformações sociais e econômicas da Inglaterra Vitoriana recorrentes em sua obra.

Já adulto trabalhou como jornalista no “Morning Chronicle”, onde passou a publicar diversas crônicas suas sob o pseudônimo de Boz, reunidas mais tarde como “Esboços feitos por Boz”. Com isso Dickens ganhou espaço no jornal para apresentar os capítulos de “As Aventuras do Senhor Pickwick”, que confirmou seu nome e fama como grande escritor.

A partir de então, passa a publicar em folhetins semanais, uma de suas principais obras – “Oliver Twist” – onde pela primeira vez, aponta os males sociais da era vitoriana. Suas próximas obras lançadas foram “Vida e Aventura de Nicholas Nickleby”, e, depois, “A Velha Loja de Antiguidades” (1840), “Barnaby Rudge” (1841) e “Martin Chuzzlewitt” (1843/44), escrito após uma viagem aos Estados Unidos da América.

Em 1843, publicou o seu mais famoso livro de Natal, “Um Cântico de Natal”, ao qual se seguiriam outros, como “The Chimes” (1844), que escreveu durante uma viagem a Gênova e “O Grilo na Lareira” (1845). Em 1849 publicou um de seus mais conhecidos romances, “David Copperfield”, inspirado em grande parte, em sua própria vida.

A partir da década de 1850, torna-se editor de duas revistas literárias inglesas, a Household Words e sua sucessora All the Year Around (1859-1895) onde publicou algumas de suas mais famosas obras entre elas, “História de Duas Cidades” (1859), “Grandes Esperanças” (1861) e “Nosso Amigo em Comum” (1864) e teve como colaboradores importantes escritores de seu tempo, como Elizabeth Gaskell, Wilkie Collins e Edmund H. Yates.

Aos poucos sua obra se tornou mais crítica em relação às instituições inglesas, ao publicar “A Casa Sombria” (1852) e “Tempos Difíceis”. Nos últimos anos de sua vida Charles Dickens empreendeu uma série de viagens, realizando leituras de suas obras em conferências por toda a Inglaterra, Escócia e Estados Unidos. Após um acidente de trem, em 1865, Dickens começou a sofrer de pequenos derrames cerebrais até o derradeiro, que ocorreu à porta de sua residência. Suas últimas palavras foram dirigidas aos seus empregados, que vieram lhe socorrer para que seu corpo fosse colocado no chão. Dickens deixou inacabado o livro “O Mistério de Erwin Drood”.
   
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