F. Scott Fitzgerald

     

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Francis Scott Key Fitzgerald, nascido em 24 de setembro de 1896, em Saint Paul, Minnesota, foi um escritor norte-americano e um dos grandes nomes da literatura do século XX, autor de numerosos romances, contos, coleções de contos, ensaios e de uma peça teatral. Integrou a chamada “geração perdida” da literatura, das primeiras décadas dos século, termo cunhado pela escritora Gertrude Stein e da qual faziam parte, além do próprio Fitzgerald, os escritores Ernest Hemingway, T. S. Elliot, Erich Maria Remarque, John dos Passos e Waldo Pierce.

Oriundo de uma família católica irlandesa, ingressou na Universidade de Princeton, com o intuito de aperfeiçoar o seu estilo literário. Lá, integrou o famoso “Princeton Triangle Club”, em companhia dos futuros críticos literários, Edmund Wilson (1895-1972) e John Peale Bishop (1892-1944) Em 1917, abandonou a Universidade e ingressou no exército para lutar na Primeira Guerra Mundial, alistando-se como voluntário. Durante sua preparação para a guerra, ficou lotado em Montgomery, Alabama, onde conheceu sua futura esposa, Zelda Sayre (1900-1948), filha de um juiz da Suprema Corte do Estado do Alabama e sua grande inspiradora.

Começou sua carreira literária em 1920, com a publicação do romance “Deste Lado do Paraíso”, obra que lhe deu grande popularidade e lhe abriu espaço em publicações de grande prestígio, como a “Scribner’s” e o “The Saturday Evening Post”. Seu segundo romance, “Os Belos e Malditos”, foi publicado em 1922. É deste mesmo período a publicação de uma série de coletâneas de contos, entre eles, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, reunidos sob o título “Contos da Era do Jazz”.

Com a esposa, Zelda Sayre, Fitzgerald mudou-se para a França, onde concluiu, em 1925, seu terceiro e mais célebre de romance, “O Grande Gatsby”, considerado pela crítica especializada como a obra-prima do escritor e uma das 100 melhores obras literárias de todos os tempos.

Esta obra, uma das mais representativas do romance norte-americano, descreve a vida da alta sociedade, ambientada em Nova York e no litoral de Long Island, durante o verão de 1922, através de uma aguda reflexão crítica. Foi o seu maior sucesso, sendo adaptado seis vezes para o cinema, a primeira em 1926, estrelada por Warner Baxter e Lois Wilson (essa adaptação se perdeu e há apenas um trailer no arquivo nacional norte-americano) e a mais recente em 2013, dirigida por Baz Luhrmann e estrelada por Leonardo DiCaprio, Carey Mulligan, e Tobey Maguire. Além das adaptações para o cinema, também foi adaptado para teatro, rádio novelas, graphic novels, ballet e uma ópera, composta por John Harbison, cuja estreia ocorreu em 1999 pela New York Metropolitan Opera.

Em 1934, publicou “Suave é a Noite”, romance pungente que o autor considerava sua melhor obra.

Acometido por tuberculose, desde a década de 1910, Fitzgerald lançou-se ao alcoolismo, o que seria agravado pela esquizofrenia da qual sofria sua esposa Zelda, desde a década de 1930. Com a saúde debilitada, em 1927, Fitzgerald mudou-se então para Hollywood, onde chegou a trabalhar como roteirista cinematográfico.

Em 1939, começou a escrever seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”, publicado postumamente em 1941. A obra era sua última tentativa de retratar a personalidade de um grande artífice do “sonho americano”.

Em 21 de dezembro de 1940, aos 44 anos, após comparecer à première do filme “This Thing Called Love”, estrelado por Melvin Douglas e Rosalind Russell, Fitzgerald sofreu um ataque fulminante do coração.

Deixou inacabado seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”. Seu manuscrito foi recolhido e organizado pelo crítico Edmund Wilson e publicado em 1941 com o título “O Último Magnata”. Em 1994, o livro foi relançado com o titulo original.
   
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