Grandes Esperanças: Great Expectations
Grandes Esperanças: Great Expectations
Autor
Charles Dickens
Tradução e notas
Doris Goettems
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
04/2017
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
528
Peso
860 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700572
ISBN - Digital
ISBN 9788580700251
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Versão Física
Versão digital
Sinopse
Charles Dickens é um dos maiores escritores de todos os tempos, certamente o maior escritor britânico da Era Vitoriana. A fama e o alcance dos seus romances e contos ultrapassaram o período de sua vida, sendo considerado como um dos maiores escritores ingleses e um dos introdutores da crítica social na literatura de ficção inglesa.

“Grandes Esperanças” é considerado uma das obras-primas de Charles Dickens, dividindo a posição ao lado de “David Copperfield” e “Oliver Twist”. Dividido em três partes, discutindo a bondade, a culpa e o desejo de seus personagens, o romance originalmente foi escrito como um folhetim e publicado na revista literária semanal “All the Year Round”, de propriedade do próprio Dickens, entre dezembro de 1860 e agosto de 1861. Posteriormente, foi publicado em três volumes pela editora Chapman & Hall, de Londres. O livro revela a compreensão suave e amarga que Dickens tinha dos nossos mais profundos dilemas, nascidos das nossas obsessões e de as nossas ilusões. É em de “Grandes Esperanças”, que Dickens apresenta uma das melhores definições satíricas sobre a sociedade britânica do seu tempo: “Nós, britânicos, tínhamos nesse tempo decidido que era traição duvidar de sermos o melhor que existia em tudo”.

“Grandes Esperanças” é, sobretudo, um romance de redenção e perdão de seus protagonistas. Narra a história de Philip Pirrip, ou simplesmente Pip, órfão criado pela irmã num ambiente de pobreza, desde os seis anos, quando cometeu o seu primeiro crime: ajudar Abel Magwitch, um fugitivo da prisão, a escapar da polícia nas charnecas. A vida de Pip é radicalmente alterada, logo após Pip deixar os serviços de Miss Havisham, quando Mr. Jaggers o informa que um misterioso benfeitor anônimo financiará a sua educação em Londres para torná-lo um cavalheiro e que este benfeitor deixará a sua fortuna para Pip, que passa a contar então com grandes esperanças. As “Grandes Esperanças” do título revelam a ironia e a maestria de Dickens ao narrar o desenvolvimento da história: ao mesmo tempo em que elas são o norte e o guia para o futuro do jovem Pip, transformam-se no elemento que o transformam no futuro.

As passagens em que Dickens descreve a infância miserável de Pip são das mais comoventes da literatura mundial. Quando de sua publicação, os leitores aguardavam com ansiedade cada novo capítulo publicado nos jornais. Dickens recebia centenas de cartas com comentários sobre o andamento das histórias e sua popularidade foi tão grande que chegou a ser recebido pela rainha Vitória pouco antes de seu falecimento.

Conheça mais sobre Charles Dickens


(1812-1870)

Foi o mais popular dos romancistas da era vitoriana e contribuiu para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. A fama dos seus romances e contos pode ser comprovada pelo fato de todos os seus livros continuarem a serem editados ininterruptamente e, entre as suas maiores obras, destacam-se “Oliver Twist”, “Grandes Esperanças”, “Um Cântico de Natal” e “David Copperfield”.

Filho de uma família de poucos recursos, desde cedo trabalhou para contribuir para o sustento familiar, principalmente após a prisão do pai por dívidas. As péssimas condições de trabalho da classe operária seriam um tema constante e a crítica às transformações sociais e econômicas da Inglaterra recorrentes em suas obras. Já adulto trabalhou como jornalista no “Morning Chronicle”, onde passou a publicar diversas crônicas sob o pseudônimo de Boz, reunidas mais tarde como “Esboços feitos por Boz”. A partir de então, publicou em folhetins semanais, uma de suas principais obras – “Oliver Twist” – apontando os males sociais do seu tempo. Em 1849 publicou um de seus mais conhecidos romances, “David Copperfield”, inspirado em grande parte na sua própria vida. A partir da década de 1850, tornou-se editor de duas revistas literárias inglesas, a “Household Words” e “All the Year Around” (1859-1895), onde publicou algumas das suas mais famosas obras como “A história de duas cidades” (1859), “Grandes esperanças” (1861) e “Nosso amigo em comum” (1864) e teve como colaboradores importantes escritores do seu tempo, como Elizabeth Gaskell, Wilkie Collins e Edmund H. Yates.

Nos últimos anos da sua vida, empreendeu uma série de viagens, realizando leituras das suas obras em conferências por toda a Inglaterra, Escócia e Estados Unidos. Após um acidente de trem, em 1865, começou a sofrer de pequenos derrames cerebrais até o derradeiro, que ocorreu à porta da sua residência. Dickens deixaria inacabado o livro “O Mistério de Erwin Drood” (1812-1870).



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