Lady Susan
Lady Susan
Autor
Jane Austen
Tradução e notas
Doris Goettems
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
07/2014
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
152
Peso
308 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700442
ISBN - Digital
ISBN 9788580700435
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Versão Física
Versão digital
Sinopse
LADY SUSAN, o romance epistolar de Jane Austen, nunca recebeu muita atenção dos leitores em comparação com os seus outros seis romances maiores, principalmente por ser uma obra curta. Os estudiosos de sua obra estimam que tenha sido escrito entre os anos de 1793 e 1794, quando a jovem escritora encontrava-se em seus últimos anos de adolescência. Representa um hiato na totalidade da obra de Jane Austen por se caracterizar como um estudo sobre uma mulher adulta, que usa sua inteligência e charme para manipular, trair e abusar de suas vítimas, sejam elas, amantes, amigos ou mesmo membros de sua família.

Escandalosamente divertido e artisticamente melodramático, LADY SUSAN é um romance quase esquecido dentro do conjunto da obra de Jane Austen, menosprezado pela comparação com os seis romances maiores publicados pela escritora. Uma vez que poucos romances podem superar ou se equivaler às obras-primas de Jane Austen, LADY SUSAN deve ser aceito pelo o que realmente é: uma peça encantadora e muito divertida, elaborada por uma jovem escritora que não apenas nos apresenta personagens interessantes e provocantes, mas que também nos revela sua compreensão inicial das maquinações sociais através de uma linguagem muito requintada.

Seu maior desafio parece residir nas limitações do formato epistolar onde a narrativa é revelada gradativamente através da perspectiva de uma pessoa e, em seguida, através da reação e resposta do outro, o que não permiti a energia do diálogo direto ou a variação de descrições de cena ou arredores. Dadas suas limitações narrativas ainda é uma joia brilhante; inteligente, engraçado e intrigantemente mal intencionado.

Um romance magnificamente trabalhado, apresentando os costumes e os modos do período da Regência inglesa que irá deliciar os entusiastas de Jane Austen com sua sagacidade e elegante expressividade.

Conheça mais sobre Jane Austen


(1896-1940)

Francis Scott Key Fitzgerald, ou simplesmente, F. Scott Fitzgerald, nascido em 24 de setembro de 1896, em Saint Paul, Minnesota, foi um escritor estadunidense e um dos grandes nomes da literatura do século XX, autor de numerosos romances, contos, coleções de contos, ensaios e de uma peça teatral. Integrou a chamada “geração perdida” da literatura, das primeiras décadas do século, termo cunhado pela escritora Gertrude Stein e da qual faziam parte, além do próprio Fitzgerald, os escritores Ernest Hemingway, T. S. Elliot, Erich Maria Remarque, John dos Passos e Waldo Pierce.

Começou a sua carreira literária em 1920, com a publicação do romance “Este Lado do Paraíso”, obra que deu-lhe grande popularidade e espaço em publicações de grande prestígio, como a “Scribner’s” e o “The Saturday Evening Post”. O seu segundo romance, “Os Belos e Malditos”, foi publicado em 1922. É deste mesmo período a publicação de uma série de coletâneas de contos, dentre eles, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, reunidos sob o título “Contos da Era do Jazz”.

Com a esposa, Zelda Sayre, Fitzgerald mudou-se para a França, onde concluiu, em 1925, o seu terceiro e mais célebre de romance, “O Grande Gatsby”, considerado pela crítica especializada como a obra-prima do escritor e uma das cem melhores obras literárias de todos os tempos. Em 1934, publicou “Suave é a Noite”, romance pungente que o autor considerava como sendo a sua melhor obra.

Em 1939, começou a escrever o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”, publicado postumamente em 1941. A obra era a sua última tentativa de retratar a personalidade de um grande artífice do “sonho americano”.

Em 21 de dezembro de 1940, aos 44 anos, após comparecer à antestreia do filme “This Thing Called Love”, Fitzgerald sofreu um ataque fulminante do coração. Deixou inacabado o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”. O seu manuscrito foi recolhido e organizado pelo crítico Edmund Wilson e publicado em 1941 com o título “O Último Magnata”; somente em 1994, o livro seria relançado com o seu título original.



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