Mansfield Park
Mansfield Park
Autor
Jane Austen
Tradução e notas
Vera Silvia Camargo Guarnieri
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
04/2014
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
552
Peso
860 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700329
ISBN - Digital
ISBN 9788580700319
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Versão digital
Sinopse
MANSFIELD PARK, considerado o mais ambicioso romance de Jane Austen, foi escrito entre os anos de 1811 e 1813 e publicado anonimamente, como todas as demais obras da autora, em 1814. É provavelmente o menos romântico e o mais pragmático dos romances de Austen, como seu abrupto e bastante prosaico fim demostra. Foi o primeiro dos romances da autora totalmente concebido e escrito em Chawton – sua última morada, onde viveu até sua morte em 1817 – e caracteriza-se por apresentar um aspecto muito diferente dos demais romances predecessores. Para alguns leitores, MANSFIELD PARK é o romance mais gratificante e mais substancial já escrito por Austen, enquanto que outros o veem com certa reserva, devido à sagacidade e humor presentes em seus 48 capítulos.

MANSFIELD PARK é um romance que enfoca as maneiras com que as pessoas tentam lidar uns com os outros. Mansfield Park deve ser lido sem preconceitos ou suposições, o que na verdade é um dos temas principais do livro. Quase todos, em Mansfield Park, passam ao longo de toda a trama fazendo suposições erradas sobre as outras pessoas. Nesse sentido, são típicos personagens criados por Austen: reais, inclassificáveis, difíceis, contraditórios e confusos. Antagonistas agem mais como heróis, heroínas são, por vezes, antipáticas, e vilões, de repente, se transformam em protagonistas. Assim, escândalos surgem em MANSFIELD PARK em todos os níveis: o pecado; as tentações para o pecado; as obstruções interpessoais; as impropriedades que chocam, excitam e produzem fofocas dentro da esfera em que vivem os personagens; a desgraça e a queda públicas; a vitimização e a acusação profética; a expulsão e o sacrifício empreendidos pelo mau gosto da mídia. As tensões morais implicadas pelos sentidos, tão claramente apresentadas em Mansfield Park, são as mesmas tensões morais do nosso mundo atual: o comportamento contra a moral, a culpa contra a vergonha, a liberdade contra a permissibilidade, a tolerância contra a lascívia, a justiça contra a misericórdia. Austen realmente não pretende resolver qualquer dessas tensões, mas prefere pressioná-las até o limite da sua solubilidade. E este é a resolução engenhosa de Mansfield Park.

De várias maneiras, MANSFIELD PARK, a história tão complexamente criada por Jane Austen, torna-se a nossa própria história, quer gostemos ou não, soando um pouco como a própria vida de todos nós. O tema prevalecente na obra continua relevante: a necessidade de homens e mulheres encontrarem a sua identidade e fazerem as suas próprias escolhas – ainda que a sociedade, por sua natureza, tente-os fazer seres dependentes, sem força e preconceituosos. Este foi o romance mais lucrativo de Austen, garantindo à autora 350 libras, uma verdadeira fortuna na sua época.
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(1896-1940)

Francis Scott Key Fitzgerald, ou simplesmente, F. Scott Fitzgerald, nascido em 24 de setembro de 1896, em Saint Paul, Minnesota, foi um escritor estadunidense e um dos grandes nomes da literatura do século XX, autor de numerosos romances, contos, coleções de contos, ensaios e de uma peça teatral. Integrou a chamada “geração perdida” da literatura, das primeiras décadas do século, termo cunhado pela escritora Gertrude Stein e da qual faziam parte, além do próprio Fitzgerald, os escritores Ernest Hemingway, T. S. Elliot, Erich Maria Remarque, John dos Passos e Waldo Pierce.

Começou a sua carreira literária em 1920, com a publicação do romance “Este Lado do Paraíso”, obra que deu-lhe grande popularidade e espaço em publicações de grande prestígio, como a “Scribner’s” e o “The Saturday Evening Post”. O seu segundo romance, “Os Belos e Malditos”, foi publicado em 1922. É deste mesmo período a publicação de uma série de coletâneas de contos, dentre eles, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, reunidos sob o título “Contos da Era do Jazz”.

Com a esposa, Zelda Sayre, Fitzgerald mudou-se para a França, onde concluiu, em 1925, o seu terceiro e mais célebre de romance, “O Grande Gatsby”, considerado pela crítica especializada como a obra-prima do escritor e uma das cem melhores obras literárias de todos os tempos. Em 1934, publicou “Suave é a Noite”, romance pungente que o autor considerava como sendo a sua melhor obra.

Em 1939, começou a escrever o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”, publicado postumamente em 1941. A obra era a sua última tentativa de retratar a personalidade de um grande artífice do “sonho americano”.

Em 21 de dezembro de 1940, aos 44 anos, após comparecer à antestreia do filme “This Thing Called Love”, Fitzgerald sofreu um ataque fulminante do coração. Deixou inacabado o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”. O seu manuscrito foi recolhido e organizado pelo crítico Edmund Wilson e publicado em 1941 com o título “O Último Magnata”; somente em 1994, o livro seria relançado com o seu título original.



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