Norte e Sul: North and South
Norte e Sul: North and South
Autor
Elizabeth Gaskell
Tradução e notas
Doris Goettems
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
01/2011
Acabamento
Brochura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
544
Peso
720 g
ISBN - Livros
ISBN 9788588781979
ISBN - Digital
ISBN 9788588781986
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Versão digital
Sinopse
NORTE E O SUL – North and South é um romance de Elizabeth Gaskell, publicado em forma de livro pela primeira vez em 1855, sendo que já havia sido publicado inicialmente na revista literária “Household Words”, de propriedade de Charles Dickens, entre setembro de 1854 e janeiro de 1855 em 22 partes semanais. Conhecido inicialmente por “Margaret Hale”, teve seu título alterado por pressão de seus editores para “North and South”, demonstrando melhor o tema geral do livro: o contraste existente entre o modo de vida da Inglaterra industrializada do norte e da Inglaterra rural e inocente do sul, em uma época fortemente marcada pela revolução industrial do século 19.

Quando a história foi publicada como um livro em 1855, esta incluiu um prefácio afirmando que por causa das restrições do formato da revista, a autora foi incapaz de desenvolver a história como desejava e, deste modo, “várias passagens curtas foram inseridas, e vários novos capítulos adicionados”.

O livro é um romance social que tenta demonstrar a vida e os conflitos existentes no norte industrializado dos meados do século 19, através das impressões de uma jovem nascida nas regiões rurais da Inglaterra. A heroína da história, Margaret Hale, é filha de um ministro religioso que se muda para a cidade fictícia de Milton, cujo modelo era a cidade de Manchester, onde Elizabeth Gaskell morou em companhia de seu marido e trabalhou em ações filantrópicas junto aos pobres da cidade e conheceu de perto as misérias das áreas industriais.

Para a protagonista, o sul onde havia nascido simbolizava o idílio rural, o triunfo da harmonia social e do decoro, contrapondo-se com o norte e seu ambiente sujo, rude e violento. Na medida em que conhece a difícil realidade da população local, ocorre então a formação de novas amizades e uma crescente atração por John Thornton, dono de uma fábrica têxtil local.

A mudança no estilo de vida choca Margaret que simpatiza profundamente com a pobreza e as dificuldades vividas pelos trabalhadores urbanos. Após um encontro com um grupo de grevistas, no qual Margaret tenta proteger Thornton da violência dos manifestantes, os dois se apaixonam, entretanto, uma série de conflitos e desencontros até o derradeiro reencontro, onde cada um dos personagens terá que rever seus preconceitos, chegando à madura aceitação de si mesmos e de seus sentimentos.
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Conheça mais sobre Elizabeth Gaskell


(1810-1865)

Nasceu em 1810 em Chelsea, da união de um ministro unitário com uma filha de fazendeiro do condado de Sandlebridge. Aos 13 meses ficou órfã de mãe, sendo criada pela tia, considerada pela autora como mais que uma mãe verdadeira. Mudou-se com a família para a cidade de Manchester, onde teve contato com os contrastes sociais e econômicos da cidade e com a sociedade literária e filosófica da região.

Como distração pela perda de seu primogênito, começou a escrever como modo de aliviar a dor da perda, produzindo o seu primeiro romance “Mary Barton – Um conto da vida de Manchester”, publicado anonimamente em 1848 e que produziu grande impacto tanto junto à crítica quanto ao público leitor. Devido ao realismo social apresentado no texto, chamou a atenção do escritor Charles Dickens, sendo que foi por sua intercessão que os seus próximos romances foram publicados. Com o auxílio de Dickens, Elizabeth Gaskell tornou-se popular, especialmente por escrever histórias de mistério e terror, apesar da distância dessas com relação à sua produção social. Elizabeth Gaskell era uma perspicaz observadora das relações humanas, especialmente entre os trabalhadores das indústrias de Manchester e das regiões rurais de onde era oriunda. Essa característica própria lhe valeu como uma grande ferramenta na construção das suas personagens e das relações entre os diversos núcleos dentro de cada romance.

O seu círculo de amizade também lhe possibilitou uma análise profunda das relações humanas, sendo que Charlotte Brontë, John Ruskin, Carlyles, Charles Kingsley e Florence Nightingale frequentavam a sua casa. Entre as suas obras, destacou-se pelos romances “Ruth”, de 1853, “Norte e Sul”, de 1855 e, finalmente, o seu romance considerado como a sua obra-prima “Esposas e Filhas”, de 1866, que foi deixado sem concluir em virtude da sua morte por falência cardíaca. Deixou também uma biografia amplamente aclamada da vida de sua amiga Charlotte Brontë.



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