O Príncipe Feliz e Outros Contos: The Happy Prince and Other Tales
O Príncipe Feliz e Outros Contos: The Happy Prince and Other Tales
Autor
Oscar Wilde
Tradução e notas
Luciana Salgado
Adaptação
***************
Ilustrador
Walter Crane
Idioma
Português-Inglês
Lançamento
09/2019
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
208
Peso
280 g
ISBN - Livros
ISBN 9788588781597
ISBN - Digital
ISBN 9788588781856
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Sinopse
"O Príncipe Feliz e Outros Contos: The Happy Prince and Other Tales" é uma coleção de 1888 de histórias para crianças escrita por Oscar Wilde, onde as histórias transmitem uma apreciação para o exótico e para a beleza. O autor escreveu estas histórias para os próprios filhos e a sua intenção era mostrar, além dos príncipes, gigantes e rouxinóis, como a vida é e deve ser vivida. A beleza poética das histórias resgata a tristeza do tema: cada personagem assume a beleza e a feiura, a riqueza e a miséria humana. Os contos desta edição são:

O PRÍNCIPE FELIZ: Artisticamente belo e puro, o conto nos toca, com toda a sua ternura humana, como uma criança a um adulto. Trata de uma estátua deslumbrante, laminada a ouro, com olhos de safira, rubis na espada, erguida pela cidade, no ponto mais alto, ao jovem príncipe que tinha sido em vida muito feliz, alheio do mundo exterior e da miséria que este continha. Da coluna, contempla a pobreza do povo. Um sonhador Andorinho chega à estátua como um hóspede ocasional; comovido pelas lágrimas do Príncipe, cede aos seus pedidos: distribuir aos mais necessitados tudo o que o Príncipe ainda tinha de valor.

A ROUXINOL E A ROSA: Um jovem estudante, fascinado por metafísica, é apaixonado pela filha do seu professor que lhe prometera dançar com ele a noite inteira no baile caso recebesse uma rosa vermelha de presente, mas não tendo uma rosa para lhe presentear, o estudante chora e lamenta o fim do seu amor. Uma Rouxinol, tocada por tão nobre sentimento, decide se sacrificar em troca do derradeiro presente e diante do esplendor do verdadeiro amor.

O GIGANTE EGOÍSTA: Quando um Gigante se recusa a liberar o acesso ao seu jardim às crianças, um terrível inverno se abate sobre o local: a geada se recusa a ir embora e a primavera se nega a escalar as paredes do jardim. Mas o Gigante acaba por ser transformado pelo sentimento e pelo amor de um menino especial. Oscar Wilde apresenta incríveis lições morais e de cortesia, com um surpreendente final repleto de beleza e sinceridade religiosa.

O AMIGO DEVOTADO: A história é contada por um pintarroxo que se imagina um grande crítico literário e que se solidariza com um dos personagens do conto ao ser informado que a história tem uma moral. Na história, um jardineiro é um amigo dedicado de um rico moleiro, apesar deste último se aproveitar da amizade desinteressada do primeiro. Após uma série de tarefas que o moleiro solicita ao jardineiro em troca de um velho carrinho de mão que o primeiro queria se desfazer, uma tragédia ocorre envolvendo a relação dos dois, além de um dilema moral que é apresentado aos leitores ao final da história.

O FOGUETE EXTRAORDINÁRIO: A história mostra a discussão entre quatro fogos de artifício lançados durante a comemoração do casamento entre um príncipe e uma princesa russa. O debate entre as personagens serve de pano de fundo para evidenciar os efeitos do individualismo e da competitividade. E aí está o grande destaque do conto, que de forma sutil, demonstra aos leitores, de forma prática e didática, a necessidade de convivência e coletividade.
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Conheça mais sobre Oscar Wilde


(1854-1900)

Nascido em Dublin, Irlanda, viveu em Londres, a efervescente capital inglesa, entre escritores e figuras de destaque da época e enaltecido por importantes figuras literárias, como o dramaturgo George Bernard Shaw, o poeta norte-americano Walt Whitman e o escritor francês Stéphane Mallarmé. Tornou-se uma pessoa indispensável e comentada em todos os eventos sociais e círculos intelectuais.

Embora bem conhecido, Wilde recebeu pouco reconhecimento pela sua obra durante anos até à estreia de “O Leque de Lady Wildermere” que consolidou a sua fama como dramaturgo a partir de 1892. O simulacro, o homem e o seu retrato eram a maneira que o autor utilizava para relacionar-se com o mundo, mas o período do seu sucesso foi extremamente curto.

Condenado a dois anos de trabalhos forçados, após um desastroso processo contra o Marquês de Queensberry, Wilde mudar-se-ia da Inglaterra em 1897, após todas as suas peças teatrais serem retiradas de cartaz e a sua produção literária ser recolhida das livrarias. Em França, adotou o pseudônimo de Sebastian Melmoth e, na companhia de Robert Ross, publicou “A Balada do Cárcere de Reading” e “A Alma do Homem sob o Socialismo”, as suas últimas produções literárias. Logo após, fixou residência em Paris, onde corrigiu e publicou “Um Marido Ideal” e “A Importância de Ser Constante”, demonstrando que encontrava-se no comando de si e de todo o seu talento literário. Todavia recusou-se a escrever qualquer novo material, declarando que “posso continuar a escrever, mas perdi a satisfação para tal”.

A 30 de novembro de 1900, Wilde, empobrecido, esquecido e doente, veio a falecer num quarto do Hôtel d’Alsace, em Paris. Como legado, deixou-nos uma obra admirável, representada por diversos contos, um romance, inúmeras poesias e peças teatrais que até hoje são encenadas.



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