Orgulho e Preconceito: Pride and Prejudice
Orgulho e Preconceito: Pride and Prejudice
Autor
Jane Austen
Tradução e notas
Marcella Furtado
Adaptação
***************
Ilustrador
***************
Idioma
Português-Inglês
Lançamento
01/2010
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
402
Peso
705 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700190
ISBN - Digital
ISBN 9788588781610
Compre Agora

Versão Física
Versão digital
Sinopse
Considerada a primeira romancista moderna da literatura inglesa, Jane Austen começou o seu segundo romance, ORGULHO E PRECONCEITO, antes dos 21 anos de idade. Originalmente, a obra foi intitulada "Primeiras Impressões", devido às aparências dos personagens envolvidos na trama. Entretanto, por também se preocupar com os preconceitos causados pelo julgamento dos personagens, a autora decidiu que "Orgulho e Preconceito" seria um título mais apropriado. Assim como em outras obras de Austen, o livro é escrito de forma satírica. Casamentos não convencionais e infelizes são usados como contexto para denunciar elementos com os quais a autora discorda e para focar nas pessoas frívolas e ignorantes que caracterizam a sociedade contemporânea ao Século XVIII.

ORGULHO E PRECONCEITO pode ser considerado como especial porque transcende o preconceito causado pelas falsas primeiras impressões e adentra no psicológico, mostrando como o autoconhecimento pode interferir nos julgamentos errôneos feitos a outras pessoas.

A autora revela certas e posturas de seus personagens em situações cotidianas que, muitas vezes, causam momentos cômicos aos leitores, dando um caráter mais leve e satírico ao livro. A história é contada sob a perspectiva de Elizabeth, mas não foi elaborada em primeira pessoa, resultando na falta de situações comoventes e dramáticas. Há pouca descrição de cenários e o desenvolvimento da trama é composto pela interação entre ideias e atitudes dos personagens. As emoções e sentimentos devem ser decifrados por quem decidir mergulhar na obra de Jane Austen, uma vez que encobertos nas entrelinhas do texto, pois é capaz de transmitir mensagens complexas valendo-se de seu estilo a um tempo simples e espirituoso.

O principal assunto do livro é contemplado logo na frase inicial, quando a autora menciona que um homem solteiro e possuidor de grande fortuna deve ser o desejo de uma esposa. Com esta citação, Jane Austen faz três referências importantes: a autora declara que o foco da trama será os relacionamentos e os casamentos, dá um tom de humor à obra ao falar de maneira inteligente acerca de um tema comum, e prepara o leitor para uma caçada de um marido em busca da esposa ideal e de uma mulher perseguindo pretendentes e narra a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e de todos aqueles que os rodeiam, mostrando também, desse modo, as relações de uma sociedade burguesa rural do final do século XVIII.

Conheça mais sobre Jane Austen


(1896-1940)

Francis Scott Key Fitzgerald, ou simplesmente, F. Scott Fitzgerald, nascido em 24 de setembro de 1896, em Saint Paul, Minnesota, foi um escritor estadunidense e um dos grandes nomes da literatura do século XX, autor de numerosos romances, contos, coleções de contos, ensaios e de uma peça teatral. Integrou a chamada “geração perdida” da literatura, das primeiras décadas do século, termo cunhado pela escritora Gertrude Stein e da qual faziam parte, além do próprio Fitzgerald, os escritores Ernest Hemingway, T. S. Elliot, Erich Maria Remarque, John dos Passos e Waldo Pierce.

Começou a sua carreira literária em 1920, com a publicação do romance “Este Lado do Paraíso”, obra que deu-lhe grande popularidade e espaço em publicações de grande prestígio, como a “Scribner’s” e o “The Saturday Evening Post”. O seu segundo romance, “Os Belos e Malditos”, foi publicado em 1922. É deste mesmo período a publicação de uma série de coletâneas de contos, dentre eles, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, reunidos sob o título “Contos da Era do Jazz”.

Com a esposa, Zelda Sayre, Fitzgerald mudou-se para a França, onde concluiu, em 1925, o seu terceiro e mais célebre de romance, “O Grande Gatsby”, considerado pela crítica especializada como a obra-prima do escritor e uma das cem melhores obras literárias de todos os tempos. Em 1934, publicou “Suave é a Noite”, romance pungente que o autor considerava como sendo a sua melhor obra.

Em 1939, começou a escrever o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”, publicado postumamente em 1941. A obra era a sua última tentativa de retratar a personalidade de um grande artífice do “sonho americano”.

Em 21 de dezembro de 1940, aos 44 anos, após comparecer à antestreia do filme “This Thing Called Love”, Fitzgerald sofreu um ataque fulminante do coração. Deixou inacabado o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”. O seu manuscrito foi recolhido e organizado pelo crítico Edmund Wilson e publicado em 1941 com o título “O Último Magnata”; somente em 1994, o livro seria relançado com o seu título original.



Do mesmo autor



EDITORA LANDMARK LTDA.
Rua Alfredo Pujol, 285 - 12º andar - Santana - 02017-010 – São Paulo - SP - Brasil
Tel.: +55 (11) 2711 2566 / 2950 9095

editora@editoralandmark.com.br