Razão e Sensibilidade: Sense and Sensibility
Razão e Sensibilidade: Sense and Sensibility
Autor
Jane Austen
Tradução e notas
Doris Goettems
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
01/2015
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
496
Peso
773 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700480
ISBN - Digital
ISBN 9788580700497
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Versão Física
Versão digital
Sinopse
Embora não seja o primeiro romance escrito por Jane Austen, RAZÃO E SENSIBILIDADE foi o primeiro de seus romances a ser publicado, em 1811, sendo que o título original da obra era "Elinor and Marianne" e era escrito sob a forma de um romance epistolar. Revisto alguns anos depois, Jane Austen alterou o título e a estrutura da narrativa, mantendo entretanto o seu tema central: a necessidade de se encontrar um meio termo entre a paixão e a razão.

O enredo, embora simples, não deixa de ser profundo e questionador: a história se estrutura em torno das irmãs Dashwood, Elinor e Marianne, que na Inglaterra dos últimos anos do século 18, ficam desamparadas com a morte do pai, cujas propriedades são deixadas como herança para um filho do primeiro casamento, obedecendo-se às leis inglesas. Bonitas, inteligentes e sensíveis, as irmãs Elinor e Marianne, sua mãe e sua irmã menor, Margareth, mudam-se para um chalé oferecido por um parente distante. Sem dotes a serem oferecidos para seus casamentos, Elinor, o arquétipo austeano da razão, e Marianne, o da sensibilidade, têm pouca oportunidades de conseguir um bom casamento, mas a grandeza de seus sentimentos - a sinceridade e a fidelidade do coração de ambas - se revela importante contra a hipocrisia de uma sociedade preocupada apenas com os bens materiais.

Jane Austen é uma mestra em expor as sutilezas do jogo que se estabelece entre nobres insensíveis, a classe média ambiciosa e o casamento como meio de enobrecimento. Nada nos autoriza a dizer, como se tem visto, que é apenas um romance sobre “intrigas domésticas” ou sobre “uma irmã racional e outra sentimental”. Ao contrário, é apresentada uma questão sempre relevante e recorrente nos romances de Jane Austen: será que o que parece útil a curto prazo vale a pena ser vivido a longo prazo? Será que a ambição pode garantir verdadeiramente conforto e riqueza maiores? Aqueles que seguem apenas os seus sentimentos podem ter melhores resultados? É o que parece dizer Jane Austen, entre as tantas observações, comentários e descrições apresentadas ao longo da trama, concluindo que a virtude ainda é necessária e que as boas intenções não são necessariamente vitimadas, quando todos mais se mostram ambiciosos.

Essa obra é um retrato mordaz de tipos interesseiros, cujo objetivo de vida é enriquecer e projetar-se socialmente.
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(1896-1940)

Francis Scott Key Fitzgerald, ou simplesmente, F. Scott Fitzgerald, nascido em 24 de setembro de 1896, em Saint Paul, Minnesota, foi um escritor estadunidense e um dos grandes nomes da literatura do século XX, autor de numerosos romances, contos, coleções de contos, ensaios e de uma peça teatral. Integrou a chamada “geração perdida” da literatura, das primeiras décadas do século, termo cunhado pela escritora Gertrude Stein e da qual faziam parte, além do próprio Fitzgerald, os escritores Ernest Hemingway, T. S. Elliot, Erich Maria Remarque, John dos Passos e Waldo Pierce.

Começou a sua carreira literária em 1920, com a publicação do romance “Este Lado do Paraíso”, obra que deu-lhe grande popularidade e espaço em publicações de grande prestígio, como a “Scribner’s” e o “The Saturday Evening Post”. O seu segundo romance, “Os Belos e Malditos”, foi publicado em 1922. É deste mesmo período a publicação de uma série de coletâneas de contos, dentre eles, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, reunidos sob o título “Contos da Era do Jazz”.

Com a esposa, Zelda Sayre, Fitzgerald mudou-se para a França, onde concluiu, em 1925, o seu terceiro e mais célebre de romance, “O Grande Gatsby”, considerado pela crítica especializada como a obra-prima do escritor e uma das cem melhores obras literárias de todos os tempos. Em 1934, publicou “Suave é a Noite”, romance pungente que o autor considerava como sendo a sua melhor obra.

Em 1939, começou a escrever o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”, publicado postumamente em 1941. A obra era a sua última tentativa de retratar a personalidade de um grande artífice do “sonho americano”.

Em 21 de dezembro de 1940, aos 44 anos, após comparecer à antestreia do filme “This Thing Called Love”, Fitzgerald sofreu um ataque fulminante do coração. Deixou inacabado o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”. O seu manuscrito foi recolhido e organizado pelo crítico Edmund Wilson e publicado em 1941 com o título “O Último Magnata”; somente em 1994, o livro seria relançado com o seu título original.



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