Salomé de Oscar Wilde
Salomé de Oscar Wilde
Autor
Oscar Wilde
Tradução e notas
Doris Goettems
Adaptação
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Ilustrador
Aubrey Beardsley
Idioma
Português-Francês-Inglês
Lançamento
07/2018
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
200
Peso
200 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700000
ISBN - Digital
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Lançamento Breve
Sinopse
A cabeça de João Batista em troca de uma dança erótica: a peça em um ato de Oscar Wilde reuniu todos os elementos para chocar a sociedade vitoriana. Escrito originalmente em francês, elogiado por Mallarmé e Maeterlinck, foi publicado em Paris em 1893 e, um ano depois, foi traduzido para o inglês. Provocadora e incendiária, “Salomé” conheceu a censura e o repúdio, foi interpretada por Sarah Bernhardt e banida na Inglaterra por representar personagens bíblicos.

A ópera de Richard Strauss colheu, em sua estreia nos Estados Unidos, críticas ferozes que levaram ao cancelamento de todas as suas apresentações. Oscar Wilde, condenado a dois anos de trabalhos forçados por difamação pública contra a modéstia, não pôde testemunhar a sua estreia em 11 de fevereiro de 1896 no Théâtre de l'OEuvre em Paris.

A presente edição reproduz sem censura as requintadas ilustrações originais de Aubrey Beardsley, criadas para a edição inglesa da obra, publicada em Londres em 1894, com tradução de Lorde Alfred Douglas, e inclui a nota preliminar escrita por Robert Ross para a edição de 1907. A tradução para o português foi feita por Doris Goettems.
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Conheça mais sobre Oscar Wilde


(1854-1900)

Nascido em Dublin, Irlanda, viveu em Londres, a efervescente capital inglesa, entre escritores e figuras de destaque da época e enaltecido por importantes figuras literárias, como o dramaturgo George Bernard Shaw, o poeta norte-americano Walt Whitman e o escritor francês Stéphane Mallarmé. Tornou-se uma pessoa indispensável e comentada em todos os eventos sociais e círculos intelectuais.

Embora bem conhecido, Wilde recebeu pouco reconhecimento pela sua obra durante anos até à estreia de “O Leque de Lady Wildermere” que consolidou a sua fama como dramaturgo a partir de 1892. O simulacro, o homem e o seu retrato eram a maneira que o autor utilizava para relacionar-se com o mundo, mas o período do seu sucesso foi extremamente curto.

Condenado a dois anos de trabalhos forçados, após um desastroso processo contra o Marquês de Queensberry, Wilde mudar-se-ia da Inglaterra em 1897, após todas as suas peças teatrais serem retiradas de cartaz e a sua produção literária ser recolhida das livrarias. Em França, adotou o pseudônimo de Sebastian Melmoth e, na companhia de Robert Ross, publicou “A Balada do Cárcere de Reading” e “A Alma do Homem sob o Socialismo”, as suas últimas produções literárias. Logo após, fixou residência em Paris, onde corrigiu e publicou “Um Marido Ideal” e “A Importância de Ser Constante”, demonstrando que encontrava-se no comando de si e de todo o seu talento literário. Todavia recusou-se a escrever qualquer novo material, declarando que “posso continuar a escrever, mas perdi a satisfação para tal”.

A 30 de novembro de 1900, Wilde, empobrecido, esquecido e doente, veio a falecer num quarto do Hôtel d’Alsace, em Paris. Como legado, deixou-nos uma obra admirável, representada por diversos contos, um romance, inúmeras poesias e peças teatrais que até hoje são encenadas.



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