Razão e Sensibilidade
Razão e Sensibilidade
Autor
Jane Austen
Tradução e notas
Doris Goettems
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
09/2015
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
496
Peso
700 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700480
ISBN - Digital
ISBN 9788580700497
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Sinopse
Embora não seja o primeiro romance escrito por Jane Austen, RAZÃO E SENSIBILIDADE foi o primeiro dos seus romances a ser publicado, em 1811, sendo que o título original da obra era Elinor and Marianne e escrito sob a forma de romance epistolar. Revisto alguns anos depois, Jane Austen alterou o título e a estrutura da narrativa, mantendo, entretanto, o seu tema central: a necessidade de se encontrar um meio termo entre a paixão e a razão.

O enredo, embora simples, não deixa de ser profundo e questionador: a história se estrutura em torno das irmãs Dashwood, Elinor e Marianne, que na Inglaterra dos últimos anos do século XVIII, ficam desamparadas com a morte do pai, cujas propriedades são deixadas como herança para um filho do primeiro casamento, obedecendo-se às leis inglesas. Bonitas, inteligentes e sensíveis, as irmãs Elinor e Marianne, sua mãe e sua irmã menor, Margareth, mudam-se para um cottage oferecido por um parente distante. Sem dotes a serem oferecidos para seus casamentos, Elinor, o arquétipo austeano da razão, e Marianne, o da sensibilidade, têm poucas oportunidades de conseguir um bom casamento, mas a grandeza de seus sentimentos - a sinceridade e a fidelidade do coração de ambas - se revela importante contra a hipocrisia de uma sociedade preocupada apenas com as aparências e os bens materiais.

Jane Austen é mestra em expor as sutilezas do jogo que se estabelece entre nobres insensíveis, a classe média ambiciosa e o casamento como meio de enobrecimento. Nada nos autoriza a dizer, como se tem visto, que é apenas um romance sobre “intrigas domésticas” ou sobre “uma irmã racional e outra sentimental”. Ao contrário, é apresentada uma questão sempre relevante e recorrente nos romances de Jane Austen: será que o que parece útil em curto prazo, vale a pena ser vivido em longo prazo? Será que a ambição pode garantir verdadeiramente conforto e riqueza maiores? Aqueles que seguem apenas os seus sentimentos podem ter melhores resultados? É o que parece dizer Jane Austen, entre as tantas observações, comentários e descrições apresentadas ao longo da trama, concluindo que a virtude ainda é necessária e que as boas intenções não são necessariamente vitimadas quando todos mais se mostram ambiciosos.
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Conheça mais sobre Jane Austen


(1775-1817)

Jane Austen nasceu em 16 de dezembro de 1775, na casa paroquial de Steventon, Hampshire, Inglaterra, tendo o pai sido sacerdote e vivido a maior parte de sua vida nesta região. É considerada como sendo uma das figuras mais importantes da literatura britânica ao lado de William Shakespeare, Charles Dickens e Oscar Wilde. Ela representa o exemplo de escritora, cuja vida, protegida e recatada, em nada reduziu a estatura e o dramatismo de sua obra.

Tendo-se estabelecido como romancista, continuou a viver em relativo isolamento, na mesma altura em que a doença a afetava profundamente. Até os dias de hoje, não tem-se certeza das causas da sua morte: uma teoria recente afirma que poderia ter sofrido de intoxicação por arsénio, em face de uma declaração registrada em uma das suas cartas: “Estou consideravelmente melhor agora e estou a recuperar um pouco a minha aparência, que anda bastante ruim, preta, branca e de todas as cores erradas”. A intoxicação por arsénio pode provocar uma pigmentação em que partes da pele ficam marrons, enquanto outras embranquecem. O arsénio era fácil de ser obtido na época e usado para o tratamento do reumatismo, algo de que Jane Austen queixava-se constantemente em suas cartas. Em busca de tratamento para a enfermidade, viajou a Winchester, onde faleceu aos 41 anos, em 18 de julho de 1817, e sepultada na catedral da cidade.

A fama de Jane Austen perdura através dos seus seis melhores trabalhos: Sensibilidade e Bom Senso (1811), Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814), Emma (1815), Persuasão (1818) e A Abadia de Northanger (1818), estes últimos publicados postumamente. Lady Susan (escrito entre 1794 e 1805), The Brothers (iniciado em 1817, deixado incompleto e publicado em 1925 com o título Sanditon) e Os Watsons (escrito por volta de 1804 e deixado inacabado) são outras de suas obras. Deixou ainda uma produção juvenília (organizada em três volumes), uma peça teatral, “Sir Charles Grandison, or The Happy Man: a Comedy in Six Acts”, poemas, registros epistolares e um “Projeto de um Romance”.



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