Orgulho e Preconceito: Pride and Prejudice
Orgulho e Preconceito: Pride and Prejudice
Autor
Jane Austen
Tradução e notas
Marcella Furtado
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
04/2008
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
448
Peso
650 g
ISBN - Livros
9788580700190
ISBN - Digital
9788588781610
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Sinopse
ORGULHO E PRECONCEITO, considerado a obra-prima da escritora Jane Austen, foi publicado em transcende em 28 de janeiro de 1813, o preconceito causado pelas falsas primeiras impressões e adentra na avaliação psicológica dos personagens, mostrando como o autoconhecimento, ou a falta dele, pode interferir nos julgamentos errôneos feitos com relação às outras pessoas. Jane Austen revela certas posturas das suas personagens em situações cotidianas que, muitas vezes, causam momentos cômicos aos leitores, dando um caráter mais leve e satírico ao livro. As emoções e sentimentos devem ser decifrados por quem decidir mergulhar na obra, visto que se apresentam encobertos nas entrelinhas do texto. A escritora inglesa apresenta seu poder de expressar a discriminação de maneira sutil e perspicaz em ORGULHO E PRECONCEITO; capaz de transmitir mensagens complexas valendo-se de seu estilo a um tempo simples e espirituoso.

O tema principal de ORGULHO E PRECONCEITO é contemplado logo na frase inicial, quando a autora menciona que um homem solteiro e possuidor de grande fortuna deve ser o desejo de uma esposa. Com esta citação, Jane Austen faz três referências importantes: a autora declara que o foco da trama será os relacionamentos e os casamentos, dá um tom de humor à obra ao falar de maneira inteligente acerca de um tema comum e prepara o leitor para caçadas de jovens solteiros perseguindo pretendentes. O romance retrata a relação entre a jovem Elizabeth Bennet (Lizzy) e o nobre Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que Mrs. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo.

Considerado a obra-prima de Jane Austen, ORGULHO E PRECONCEITO ganhou diversas versões para o cinema e televisão, sendo a mais recente e aclamada a versão de 2005, com interpretações de Keira Knightley e Matthew Macfadyen nos papéis principais, que ilustra a capa desta edição.
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Conheça mais sobre Jane Austen


(1775-1817)

Jane Austen nasceu em 16 de dezembro de 1775, na casa paroquial de Steventon, Hampshire, Inglaterra, tendo o pai sido sacerdote e vivido a maior parte de sua vida nesta região. É considerada como sendo uma das figuras mais importantes da literatura britânica ao lado de William Shakespeare, Charles Dickens e Oscar Wilde. Ela representa o exemplo de escritora, cuja vida, protegida e recatada, em nada reduziu a estatura e o dramatismo de sua obra.

Tendo-se estabelecido como romancista, continuou a viver em relativo isolamento, na mesma altura em que a doença a afetava profundamente. Até os dias de hoje, não tem-se certeza das causas da sua morte: uma teoria recente afirma que poderia ter sofrido de intoxicação por arsénio, em face de uma declaração registrada em uma das suas cartas: “Estou consideravelmente melhor agora e estou a recuperar um pouco a minha aparência, que anda bastante ruim, preta, branca e de todas as cores erradas”. A intoxicação por arsénio pode provocar uma pigmentação em que partes da pele ficam marrons, enquanto outras embranquecem. O arsénio era fácil de ser obtido na época e usado para o tratamento do reumatismo, algo de que Jane Austen queixava-se constantemente em suas cartas. Em busca de tratamento para a enfermidade, viajou a Winchester, onde faleceu aos 41 anos, em 18 de julho de 1817, e sepultada na catedral da cidade.

A fama de Jane Austen perdura através dos seus seis melhores trabalhos: Sensibilidade e Bom Senso (1811), Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814), Emma (1815), Persuasão (1818) e A Abadia de Northanger (1818), estes últimos publicados postumamente. Lady Susan (escrito entre 1794 e 1805), The Brothers (iniciado em 1817, deixado incompleto e publicado em 1925 com o título Sanditon) e Os Watsons (escrito por volta de 1804 e deixado inacabado) são outras de suas obras. Deixou ainda uma produção juvenília (organizada em três volumes), uma peça teatral, “Sir Charles Grandison, or The Happy Man: a Comedy in Six Acts”, poemas, registros epistolares e um “Projeto de um Romance”.



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