A Abadia de Northanger
A Abadia de Northanger
Autor
Jane Austen
Tradução e notas
Eduardo Furtado
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
01/2010
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
314
Peso
472 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700220
ISBN - Digital
ISBN 9788588781603
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Sinopse
A ABADIA DE NORTHANGER foi publicada postumamente em dezembro de 1817 em conjunto com "Persuasão". A história de sua publicação por si já serviria como um excelente enredo para uma história vitoriana: foi escrito inicialmente em 1798 e o primeiro romance de Jane Austen a ser concluído para a publicação, antes mesmo de "Razão e Sensibilidade” e “Orgulho e Preconceito” terem sido concebidos. Em 1803, Jane Austen revê o texto e vende a história para um editor de Londres, Crosby & Co., que apesar de ter adquirido a obra decide pela não-publicação. Antes de seu falecimento, Jane Austen ainda realizaria uma terceira revisão do texto, uma vez que seu irmão Henry havia readquirido os direitos sobre o livro.

O lançamento de A ABADIA DE NORTHANGER pela EDITORA LANDMARK apresenta pela primeira vez a obra de Jane Austen em uma inédita edição bilíngue, resgatando toda a importância desta magnífica obra de uma das maiores escritoras inglesas.

A ABADIA DE NORTHANGER acompanha a trajetória de Catherine Morland, sua família e amigos, quando de sua visita ao balneário de Bath, na Inglaterra, local sempre frequentado por Austen e sua própria família. Em sua estadia, Catherine passa seus dias visitando seus mais novos amigos e frequentando bailes na cidade e acaba por se envolver com dois jovens da cidade, John Thorpe e Henry Tillney que a envolve com seu conhecimento de literatura e história. O pai de Henry, general Tillney, a convida para visitar uma de suas propriedades, a Abadia de Northanger. Catherine que na história está lendo o romance gótico, “Os Mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe, fica fascinada com a perspectiva de ingressar em um ambiente antigo, fantástico e sombrio. A Abadia de Northanger representa toda a capacidade de Jane Austen em se fazer a crítica social de seu tempo, bem como a de realizar a análise moral de seus personagens. Com o seu costumeiro e agradável senso de humor, a autora critica os romances góticos e seus excessos que tangenciam o ridículo, e introduz sua história em um cenário cotidiano e plausível.

Conheça mais sobre Jane Austen


(1896-1940)

Francis Scott Key Fitzgerald, ou simplesmente, F. Scott Fitzgerald, nascido em 24 de setembro de 1896, em Saint Paul, Minnesota, foi um escritor estadunidense e um dos grandes nomes da literatura do século XX, autor de numerosos romances, contos, coleções de contos, ensaios e de uma peça teatral. Integrou a chamada “geração perdida” da literatura, das primeiras décadas do século, termo cunhado pela escritora Gertrude Stein e da qual faziam parte, além do próprio Fitzgerald, os escritores Ernest Hemingway, T. S. Elliot, Erich Maria Remarque, John dos Passos e Waldo Pierce.

Começou a sua carreira literária em 1920, com a publicação do romance “Este Lado do Paraíso”, obra que deu-lhe grande popularidade e espaço em publicações de grande prestígio, como a “Scribner’s” e o “The Saturday Evening Post”. O seu segundo romance, “Os Belos e Malditos”, foi publicado em 1922. É deste mesmo período a publicação de uma série de coletâneas de contos, dentre eles, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, reunidos sob o título “Contos da Era do Jazz”.

Com a esposa, Zelda Sayre, Fitzgerald mudou-se para a França, onde concluiu, em 1925, o seu terceiro e mais célebre de romance, “O Grande Gatsby”, considerado pela crítica especializada como a obra-prima do escritor e uma das cem melhores obras literárias de todos os tempos. Em 1934, publicou “Suave é a Noite”, romance pungente que o autor considerava como sendo a sua melhor obra.

Em 1939, começou a escrever o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”, publicado postumamente em 1941. A obra era a sua última tentativa de retratar a personalidade de um grande artífice do “sonho americano”.

Em 21 de dezembro de 1940, aos 44 anos, após comparecer à antestreia do filme “This Thing Called Love”, Fitzgerald sofreu um ataque fulminante do coração. Deixou inacabado o seu último romance, “Os Amores do Último Magnata”. O seu manuscrito foi recolhido e organizado pelo crítico Edmund Wilson e publicado em 1941 com o título “O Último Magnata”; somente em 1994, o livro seria relançado com o seu título original.



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