A Casa das Romãs: The House of Pomegranates
A Casa das Romãs: The House of Pomegranates
Autor
Oscar Wilde
Tradução e notas
Luciana Salgado
Adaptação
Fábio Pedro-Cyrino
Ilustrador
Charles Haslewood Shannon
Idioma
Português-Inglês
Lançamento
05/2017
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
336
Peso
250 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700565
ISBN - Digital
ISBN 9788588781528
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Sinopse
A edição de A CASA DAS ROMÃS traz aos leitores os contos (1854-1900) e as ilustrações originais de Charles Haslewood Shannon (1863-1937) e Charles De Sousy Ricketts (1866-1931), publicados em 1891, durante o período mais feliz e menos turbulento da vida de Oscar Wilde e aborda, principalmente um dos seus temas preferidos: os seres humanos e os seus duplos e a imagem nem sempre fiel que se espera dessa imagem que acaba por adquirir força e vida própria. Wilde preenche as suas histórias com empolgantes análises e parábolas morais para todas as idades.

As histórias incluídas nesta coleção – O JOVEM REI, O ANIVERSÁRIO DA INFANTA, O PESCADOR E SUA ALMA e O FILHO DA ESTRELA – apresentam a visão crítica de Oscar Wilde sobre os usos e costumes da sociedade em que vivia, explorando o universo fantástico e falando sobre o Amor e as relações antagônicas com a Propriedade, o Conhecimento e as Sensações; Oscar Wilde pontua as relações humanas inseridas no relacionamento social e entre as personagens fantásticas com uma incrível sensibilidade e pede a reflexão do leitor para cada momento narrado.

Quando da sua publicação, alguns críticos julgaram que “A Casa das Romãs” era muito complexo para as crianças, mas Wilde claramente tinha ambições mais amplas e julgou ser um absurdo que “o vocabulário extremamente limitado à disposição da criança britânica [fosse] o padrão pelo qual a prosa de um artista pudesse ser julgada.”

Conheça mais sobre Oscar Wilde


(1854-1900)

Nascido em Dublin, Irlanda, viveu em Londres, a efervescente capital inglesa, entre escritores e figuras de destaque da época e enaltecido por importantes figuras literárias, como o dramaturgo George Bernard Shaw, o poeta norte-americano Walt Whitman e o escritor francês Stéphane Mallarmé. Tornou-se uma pessoa indispensável e comentada em todos os eventos sociais e círculos intelectuais.

Embora bem conhecido, Wilde recebeu pouco reconhecimento pela sua obra durante anos até à estreia de “O Leque de Lady Wildermere” que consolidou a sua fama como dramaturgo a partir de 1892. O simulacro, o homem e o seu retrato eram a maneira que o autor utilizava para relacionar-se com o mundo, mas o período do seu sucesso foi extremamente curto.

Condenado a dois anos de trabalhos forçados, após um desastroso processo contra o Marquês de Queensberry, Wilde mudar-se-ia da Inglaterra em 1897, após todas as suas peças teatrais serem retiradas de cartaz e a sua produção literária ser recolhida das livrarias. Em França, adotou o pseudônimo de Sebastian Melmoth e, na companhia de Robert Ross, publicou “A Balada do Cárcere de Reading” e “A Alma do Homem sob o Socialismo”, as suas últimas produções literárias. Logo após, fixou residência em Paris, onde corrigiu e publicou “Um Marido Ideal” e “A Importância de Ser Constante”, demonstrando que encontrava-se no comando de si e de todo o seu talento literário. Todavia recusou-se a escrever qualquer novo material, declarando que “posso continuar a escrever, mas perdi a satisfação para tal”.

A 30 de novembro de 1900, Wilde, empobrecido, esquecido e doente, veio a falecer num quarto do Hôtel d’Alsace, em Paris. Como legado, deixou-nos uma obra admirável, representada por diversos contos, um romance, inúmeras poesias e peças teatrais que até hoje são encenadas.



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