A Editora Landmark na Imprensa
"As pessoas sonham com monstros horríveis e espíritos maliciosos há séculos. O vampiro, o predador sedutor, o “morto-vivo” por excelência, é uma das criaturas mais inventivas e encantadoras de todas, mas esqueça os vampiros modernos com olhos inexpressivos e crises existenciais, dos atuais romances vampirescos do século 21 que rondam nossas livrarias e salas de cinema.

Os vampiros são potencialmente imortais, mas possuem algumas fraquezas. Eles podem ser destruídos por uma estaca no coração, fogo, luz do sol direta, além de temer crucifixos, água benta e alho. Os vampiros não refletem sua imagem no espelho e possuem uma força extraordinária. A figura vampiresca, com essa combinação particular de características e regras, é uma invenção recente e repousa basicamente no personagem criado pelo escritor e dramaturgo irlandês, Abraham “Bram” Stoker, no final do século 19.

Bram Stoker publicou seu romance “Drácula” em maio de 1897, estruturando-o como um romance epistolar, escrito a partir de uma série de cartas, relatos, diários pessoais, reportagens de jornais, registros de bordo, etc. A solução narrativa do autor foi brilhante: narrar a história a partir dos diários e memorandos de seus protagonistas, com isso as confissões e desesperos dos envolvidos na trama vão dando forma ao perigo, que só muito depois se torna completamente evidente. Ele nos apresenta também os costumes, tradições e a cultura da Inglaterra vitoriana e a reação dos britânicos com relação ao que vem do estrangeiro, personificado através do medo arquetipiano da figura do vampiro. Nesse sentido, a realidade do racionalismo britânico entra em choque com o sobrenatural, explicitado através das figuras opostas de Drácula e de Van Helsing, ambos estrangeiros e pertencentes a sociedades estranhas aos costumes britânicos.

O PAI DE TODOS

O romance tornou-se mais significativo para os leitores modernos do que foi para os leitores contemporâneos do autor, atingindo seu grande status lendário clássico ao longo do século 20, quando as versões cinematográficas apareceram. No entanto, alguns fãs da época vitoriana o descreveram como “a sensação da temporada” e “o romance de gelar o sangue do século”. Sir Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, escreveu a Bram Stoker, afirmando, “Escrevo-lhe para dizer o quanto eu gostei de ler ‘Drácula’”.

A história de “Drácula” tem sido a base de incontáveis filmes e peças, ópera, balé, graphic novels e inúmeras outras mídias, sendo que o número de filmes que incluem referências a Drácula direta ou indiretamente chega a mais de 649 adaptações. A primeira adaptação para o cinema ocorreu em 1922, “Nosferatu: Uma sinfonia de horror”, considerado um clássico do cinema de terror. Contudo, a versão mais conhecida e famosa da história de Drácula foi realizada pela Universal em 1931, estrelada por Bela Lugosi e dirigida por Tod Browning. As versões mais recentes para o cinema são o icônico filme, dirigido por Francis Ford Coppola em 1992, “Drácula, de Bram Stoker”, estrelado por sir Anthony Hopkins, Gary Oldman, Winona Ryder e Keanu Reeves e “Drácula 3D”, dirigido por Dario Argento e exibido no Festival de Cinema de Cannes, em 2012.

A Editora Landmark inclui ainda nesta edição bilíngue de luxo em capa dura do romance “Drácula”, um primeiro capítulo excluído por Bram Stoker quando da publicação de seu romanece em 1897. Mais tarde este capítulo, rebatizado como o conto “O Convidado de Drácula”, seria publicado em 1914 pela viúva de Stoker e, desde então, a crítica literária vem discutindo a importância deste conto como um capítulo introdutório de “Drácula”. A história gira em torno de um viajante inglês, associado pela crítica a Jonathan Harker, nos momentos anteriores à sua partida para a Transilvânia.

(Diário do Pará com informações da assessoria)"

EDITORA LANDMARK LTDA.
Rua Alfredo Pujol, 285 - 12º andar - Santana - 02017-010 – São Paulo - SP - Brasil
Tel.: +55 (11) 2711 2566 / 2950 9095

editora@editoralandmark.com.br