A Editora Landmark na Imprensa
"Uma das obras máximas do Romantismo norte-americano, ""Moby Dick"" foi escrito pelo escritor norte-americano Herman Melville e publicado originalmente em três fascículos com o título ""A Baleia"", em Londres, em 1851, e ainda no mesmo ano em Nova York em edição integral. Somente a partir de sua segunda edição que ganha seu título definitivo, ""MOBY DICK"".

A Editora Landmark apresenta a obra-prima de Herman Melville em exclusiva edição de luxo em capa dura bilíngue. O livro foi revolucionário para a época, com descrições intricadas e imaginativas das aventuras do narrador Ismael, suas reflexões pessoais, e grandes trechos de não-ficção, sobre variados assuntos, como baleias, métodos de caça, tradições navais, detalhes sobre as embarcações, funcionamentos e armazenamento de produtos extraídos das baleias. Apesar dessas características, a obra foi inicialmente mal-recebida pela crítica literária, assim como pelo público, mas com o passar do tempo tornou-se uma das mais respeitadas obras da literatura em língua inglesa.

A fama de Moby Dick e a revisão de sua importância e sua inclusão como parte do Cânone Ocidental da Literatura se inicia a partir da década de 1910, com a revisão literária realizada por Carl Von Doren e a publicação da obra ""Studies in Classic American Literature"", elaborado pelo escritor, ensaísta e poeta britânico D.H. Lawrance em 1923. Inspirado pelas experiências pessoais do autor e por outros acontecimentos que marcaram o período, Moby Dick representa, além de uma complexa narrativa de ação, uma profunda reflexão sobre o confronto entre o homem e a natureza, ou segundo alguns especialistas, entre o homem e o Criador, reforçada pela ""universalidade"" dos tripulantes do navio ""Pequod"", o que sugere uma representação da Humanidade. Obra de profundo simbolismo, MOBY DICK inclui referências a temas diversos como religião, biologia, idealismo, pragmatismo e vingança.

Herman Melville tomou como base inspiradora a história do capitão George Pollard e de seu navio baleeiro ""Essex"" que, em 1823, foi atingido por uma baleia antes de naufragar. Depois que o ""Essex"" afundou, Pollard e sua tripulação boiaram no mar sem comida ou água por três meses, e recorreram ao canibalismo antes de serem resgatados.

O narrador é Ismael, jovem aventureiro com experiência na marinha mercante, que por problemas financeiros decide voltar a navegar a bordo de um navio baleeiro, já que a riqueza com a caça de baleias era abundante. De igual forma se convence de que suas aventuras devem começar por Massachussets, região famosa por sua indústria baleeira. Antes de iniciar sua viagem inicia uma estranha amizade com um arpoeiro polinésio, Queequeg. Ambos seguem viagem no baleeiro ""Pequod"", com uma tripulação formada pelas mais diversas nacionalidades e raças. O ""Pequod"" é comandado pelo misterioso e autoritário capitão Ahab, um experiente marinheiro, cuja perna mutilada fora decepada por uma baleia. Depois de vários dias sem ser visto, o misterioso Ahab surge no convés e revela a sua tripulação que o objetivo primordial da viagem, além da caça às baleias em geral, é a perseguição tenaz à Moby Dick, enorme mostro marinho que o privou de sua perna e que possui a fama de causar estragos a vários baleeiros que, ousados ou imprudentemente, tentaram caçá-la."

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