O Último Homem: The Last Man
O Último Homem: The Last Man
Autor
Mary Shelley
Tradução e notas
Marcella Furtado
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
01/2010
Acabamento
Brochura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
498
Peso
690 g
ISBN - Livros
ISBN 9788588781351
ISBN - Digital
ISBN 9788588781740
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Sinopse
O ÚLTIMO HOMEM conta a história de Lionel Verney, filho de uma família nobre lançada à pobreza, pelo orgulho e pela insensibilidade. Ela ocorre num futuro distante, quando uma terrível guerra assola o Mundo e leva a Humanidade à destruição devido a uma praga que gradualmente mata todos os seres humanos. Na introdução do livro, um narrador desconhecido afirma ter encontrado na caverna da sibila Cumana, sacerdotisa de Apolo, um manuscrito escrito por ela, salvo da destruição dos livros proféticos dessa sibila ocorrido, em 83 a.C. num incêndio do Senado Romano. O manuscrito antevê os acontecimentos que ocorrerão dois séculos mais tarde que destruirão a Humanidade. Lionel Verney é o único humano imune à praga e testemunha a gradual destruição de todos à sua volta o que lhe produz uma profunda mudança psicológica e emocional, nas relações com amigos e familiares bem como com os horrores que a guerra e a praga provocam.

Escrito por Mary Shelley em 1826 e publicado na Inglaterra em três volumes, logo após à morte de seu marido, constrói uma visão do futuro, a partir de um manuscrito profético que anuncia o fim da humanidade. A vida dos personagens é apresentada em um contexto no qual as carências pessoais e domésticas são substituídas pelas exigências políticas e tudo isto é suplantado por uma praga incontrolável que engolfa toda a espécie humana. O ÚLTIMO HOMEM é um conto de fadas para adultos, com cenas de batalhas vividamente descritas, mortes por pragas incuráveis e amores ardentes. Como romance de ficção científica, é notável a ausência de termos tecnológicos e invenções além do seu tempo, geralmente associados ao gênero.

Por que os homens insistem em seus erros mesmo vendo próximo o seu fim? A Humanidade sobreviverá a esta hecatombe? Se sobreviver, conseguirá mudar seus paradigmas para que isto não volte a acontecer? Por que Lionel era o único humano imune à praga?

Estas são as questões que povoam nossa mente durante a leitura desta obra instigante e tão moderna, quanto quando foi lançada. O ÚLTIMO HOMEM independe de tempo e localização e conduz o leitor a uma viagem emocionante, que irá provocar muita reflexão.

Conheça mais sobre Mary Shelley


(1787-1851)

Mary Wollstonecraft Shelley, mais conhecida por Mary Shelley, nasceu em Londres, a 30 de agosto de 1797, filha do filósofo e escritor William Godwin e da escritora Mary Wollstonecraft, uma das primeiras ativistas pelos direitos das mulheres.

Ela manteve um longo relacionamento com um dos grandes expoentes do Romantismo Inglês, o poeta Percy Bysshe Shelley (1792-1822). O casal mudou-se para Itália, onde Mary Shelley sofreu a perda de dois de seus filhos, além de seu marido em um trágico naufrágio próximo de Livorno, tragédias que lançaram a escritora num longo período de recolhimento em Inglaterra na companhia do seu único filho que ainda vivia.

A sua obra mais famosa é “Frankenstein: O Moderno Prometeu” escrita entre os anos de 1816 e 1817. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo género de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental. Esta obra foi elaborada após o encontro do casal Shelley com Lorde George Gordon Byron, 6º Barão Byron (1788-1824), na sua mansão nas margens do lago Genebra, encontro este que produziu uma série de textos, poemas, romances da autoria de Byron, John Polidori (1795-1821), Percy e Mary Shelley, conforme relatado no “Prefácio” da edição de 1831 de “Frankenstein”.

Apenas em 1826, Mary Shelley voltaria a produzir o que a crítica especializada considera como sendo a sua melhor obra “O Último Homem”, obra pioneira da ficção científica que influenciaria toda uma geração de escritores deste género. Os últimos anos de Mary Shelley foram afetados pela doença. Desde 1839, ela sofria de dores de cabeça e ataques de paralisia em partes do seu corpo, que por vezes a impediam de ler e escrever. Viria a falecer a 1 de fevereiro de 1851, em Londres, Inglaterra, vítima de um tumor cerebral.

No aniversário de um ano da sua morte, o seu filho, Percy Florence Shelley, descobriu dentro da pequena secretária da sua mãe algumas madeixas dos seus filhos mortos, um caderno que ela partilhava com o marido, uma cópia manuscrita do poema “Adonais”, da autoria deste último, com uma página dobrada em volta de um pedaço de seda, contendo algumas das suas cinzas e os restos do seu coração.



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