Uma Defesa da Poesia e Outros Ensaios
Uma Defesa da Poesia e Outros Ensaios
Autor
Percy Shelley
Tradução e notas
Fábio Pedro-Cyrino
Adaptação
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Ilustrador
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Idioma
Português-Inglês
Lançamento
12/2008
Acabamento
Brochura
Formato
14cm x 21cm
Páginas
144
Peso
170 g
ISBN - Livros
ISBN 9788588781368
ISBN - Digital
ISBN 9788588781665
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Versão Física

Sinopse
"Não há perigo para um homem que sabe o que a morte e a vida significam"

Somente com esta frase já é possível imaginar o tom de sua obra e o porquê do autor inglês ter se consagrado como um dos mais importantes nomes do Romantismo.

Uma brilhante peça de discussão filosófica que apresenta todo o poder de argumentação, beleza, intelecto e imaginação do poeta Percy Shelley. A obra declara o “valor essencial e a natureza ideal” da poesia e é a mais importante obra em prosa do autor, onde os seus argumentos são apresentados de modo vívido e de maneira convincente.

Nesta sua produção, datada de 1815, mas só publicada dezessete anos após a sua morte pela sua esposa, a também escritora Mary Shelley – autora das obras ‘O Último Homem’ e ‘Frankenstein’ – Shelley apresenta belíssimos discursos sobre o Amor, a Vida, a importância da Poesia na vida dos Homens, além de discorrer sobre Deus, a vida futura e a razão da existência da Humanidade.

Apresenta argumentos sobre o porquê da poesia ser capaz de tornar todas as coisas mais belas, exaltando a beleza daquilo que por si já é belo. Ele associa na poesia e em seus outros ensaios o júbilo e o horror, o pesar e o prazer, a eternidade e a mudança; subjuga a luz para revelar todas as coisas irreconciliáveis, transmutando tudo aquilo que toca e tudo que necessita existir para que a vida tenha sentido.
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Conheça mais sobre Percy Shelley


(1792-1822)

Poeta, escritor, tradutor e ensaísta, foi consagrado como um dos mais importantes nomes do Romantismo mundial e um dos principais representantes da poesia lírica inglesa, cuja busca apaixonada pelo amor pessoal e pela justiça social foi gradualmente canalizada de ações observáveis a poemas que levaram-no a uma alta posição na literatura inglesa.

Foi expulso da Universidade de Oxford por ter escrito, em 1811, um ensaio defendendo o ateísmo – “A Necessidade do Ateísmo” – e redigiu uma “Declaração de Direitos” com 31 artigos, considerados por ele como sendo os ideais. Mesmo casado, conheceu e apaixonou-se pela escritora Mary Wollstonecraft Godwin, a autora de “Frankenstein” e “O Último Homem”. Em 1818, Mary e Percy Shelley, já casados, mudaram-se para a Itália e neste período, a produção do autor foi extensa: “Ozymandias” (1818), “O Banquete, de Platão” (que Shelley traduziu diretamente do grego para o inglês em 1818), “Ode ao Vento do Ocidente” (1819), “Uma Defesa da Poesia” (1815, primeira publicação em 1840), “A uma Cotovia” (1820), “Adonais” (uma elegia dedicada ao poeta John Keats, após a sua morte) e “Hellas” (ambos de 1821), sem contar a obra “O Triunfo da Vida”, sem finalização e publicado pela sua esposa em 1824.

Em 8 de julho de 1822, na companhia de um amigo sai com um pequeno barco para navegar nas águas do mar Lígure. Uma tempestade se abateu sobre a região, fazendo com que o poeta falecesse no naufrágio da embarcação, próximo a Livorno, na Itália. O seu corpo permaneceu desaparecido por várias semanas até que o mar o lançou à praia, sendo cremado no mesmo local, por exigências sanitárias da autoridade local. O jornal inglês “The Courier” viria a comentar a cerca de sua morte: “Finalmente, Shelley terá a oportunidade de comprovar a existência ou não de Deus”. Byron, entretanto, endereçou uma correspondência ao editor John Murray, dizendo, “Estão completa e brutalmente enganados sobre Shelley, que foi sem exceção o melhor e menos egoísta dos homens que já conheci”.



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