{"id":770,"date":"2022-02-11T10:54:29","date_gmt":"2022-02-11T13:54:29","guid":{"rendered":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/?p=770"},"modified":"2022-02-11T10:54:29","modified_gmt":"2022-02-11T13:54:29","slug":"27-03-2008-a-moradora-de-wildfell-hall-na-agencia-news-free","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/2022\/02\/11\/27-03-2008-a-moradora-de-wildfell-hall-na-agencia-news-free\/","title":{"rendered":"27\/03\/2008 &#8211; A MORADORA DE WILDFELL HALL NA AG\u00caNCIA NEWS FREE"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;Anne, Charlotte (autora de Jane Eyre) e Emily Bront\u00eb (autora de &#8220;&#8221;O Morro dos Ventos Uivantes&#8221;&#8221;) comp\u00f5em uma das mais famosas fam\u00edlias liter\u00e1rias do mundo. A obra &#8220;&#8221;A Moradora de Wildfell Hall&#8221;&#8221; (The Tenant of Wildfell Hall) foi escrita pela ca\u00e7ula das irm\u00e3s em 1848, h\u00e1 exatos 160 anos, pouco antes de sua morte.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia do romance vai al\u00e9m das barreiras da literatura, a obra levanta a quest\u00e3o do papel da mulher em plena Inglaterra na Era Vitoriana. Helen apaixona-se por Arthur Huntingdon, vai contra a opini\u00e3o de sua fam\u00edlia e sofre as conseq\u00fc\u00eancias de um casamento com um homem desregrado e infiel. Mesmo apoiada fervorosamente na religi\u00e3o, com o desejo de superar e corrigir os maus h\u00e1bitos de Arthur, Helen n\u00e3o obt\u00e9m \u00eaxito na tentativa de livrar o marido do \u00e1lcool e do ritmo justificado por ele como uma esp\u00e9cie de carpe diem. Com a ajuda de Frederick, irm\u00e3o de Helen, uma fuga \u00e9 arquitetada e Arthur abandonado. A protagonista consegue se estabelecer sob o anonimato em outra cidade, onde conhece algu\u00e9m que poder\u00e1 recompensar todo sofrimento e reconhecer a luta pelo destino.<\/p>\n<p>O conflito entre puritanismo e liberdade que cercava a moral vitoriana \u00e9 refletido na trama que recebeu excelentes cr\u00edticas. Feminismo, luta pelo destino, novo posicionamento da mulher e religi\u00e3o s\u00e3o retratados por Anne, na Inglaterra do s\u00e9culo XIX, que assinou o romance com o pseud\u00f4nimo Acton Bell (bem como em outros pequenos trabalhos e poesias), pois al\u00e9m do conte\u00fado classificado como impr\u00f3prio para mulheres, n\u00e3o era apropriado ao g\u00eanero que escrevessem livros. A MORADORA DE WILDFELL HALL \u00e9 dividida em tr\u00eas partes, a primeira e a terceira s\u00e3o compostas por escritos dos personagens e a segunda parte l\u00ea-se o di\u00e1rio de Helen. Os atos moldam cada personagem, tornando a linguagem \u00e1gil e viva neste cl\u00e1ssico da literatura inglesa in\u00e9dito no Brasil.<\/p>\n<p>A autora, nascida em 1820 no condado de York, produziu trabalhos po\u00e9ticos e dois romances, Agnes Grey (1847) e &#8220;&#8221;A Moradora de Wildfell Hall&#8221;&#8221; (1848). As irm\u00e3s Bront\u00eb n\u00e3o desejavam depender exclusivamente da ajuda financeira do pai e ajudavam nas despesas escrevendo sob pseud\u00f4nimos. A mais nova das Bront\u00eb trabalhou como governanta num famoso cl\u00e9rigo no interior da Inglaterra.<\/p>\n<p>Anne, considerada percussora ao denunciar a submiss\u00e3o da mulher na sociedade inglesa, morreu aos 30 anos, em 1849, v\u00edtima de tuberculose, bem como suas duas outras irm\u00e3s.<\/p>\n<p>A Moradora de Wildfell Hall &#8211; The Tenant of Wildfell Hall Anne Bront\u00eb \u2013 Edi\u00e7\u00e3o Bil\u00edng\u00fce &#8211; EDITORA LANDMARK Tradu\u00e7\u00e3o de Marcella Furtado 16 x 23 cm, 368 p\u00e1ginas Pre\u00e7o de capa R$ 40,50 &#8221;<\/p>\n<p>AG\u00caNCIA NEWS FREE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Anne, Charlotte (autora de Jane Eyre) e Emily Bront\u00eb (autora de &#8220;&#8221;O Morro dos Ventos Uivantes&#8221;&#8221;) comp\u00f5em uma das mais famosas fam\u00edlias liter\u00e1rias do mundo. A obra &#8220;&#8221;A Moradora de Wildfell Hall&#8221;&#8221; (The Tenant of Wildfell Hall) foi escrita pela ca\u00e7ula das irm\u00e3s em 1848, h\u00e1 exatos 160 anos, pouco antes de sua morte. A&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[49],"tags":[],"class_list":{"0":"post-770","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"hentry","6":"category-49","8":"description-off"},"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/770","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=770"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/770\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":771,"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/770\/revisions\/771"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=770"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=770"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoralandmark.com.br\/v2.0\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=770"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}